Transporte y logística

¿ Es muy difícil contar con un transporte logístico que no contamine ?

2020.10.13 15:53 ohmgallegos ¿ Es muy difícil contar con un transporte logístico que no contamine ?

El sector de transporte y logística contamina mucho y, con el COVID-19, puede perjudicar más. ¿ Es difícil incentivar a eso ?
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2020.09.29 21:20 TSL-Logistics CONSULTORIA E ASSESSORIA COMERCIAL/OPERACIONAL

A TSL é uma empresa de soluções logísticas que atende: desembaraço aduaneiro, regimes especiais, DoorToDoor e agenciamento de cargas nos modais aéreo, rodoviário e marítimo.
Além desses serviços, também atuamos na área de Consultoria e Assessoria Comercial/Operacional onde encontramos as melhores soluções para os nossos clientes, veja abaixo alguns serviços que contemplam a Consultoria e Assessoria Comercial/Operacional.
Serviços
Elaboração de pré-cálculo dos custos da operação:
Por meio desse estudo facilitamos a vida dos nossos clientes, fazemos a Elaboração de pré-cálculopara ter uma idéia de quanto precisará investir para realizar a operação, ao ter essas informações em mãos, ficará mais fácil definir se compensa ou não o investimento.
Consultoria de viabilidade dos processos de importação e exportação:
Outra parte que contempla o serviço de consultoria comercial é a viabilidade dos processos de importação/exportação, muitas vezes por não ter um conhecimento profundo da área o cliente não sabe se compensa ou não realizar esse tipo de serviço.
Fazemos a “ponte” entre nosso cliente e o seu objetivo. De forma consultiva, essa ação tem o objetivo de instruir aqueles que querem importar ou exportar e necessita saber mais a respeito dos documentos necessários para essas ações, e o auxilio para coordenar o embarque dos produtos.
Com a nossa ajuda, o cliente consegue verificar se há ou não viabilidade no processo e depois, ele pode decidir se dará ou não prosseguimento levando em consideração o que foi proposto pela nossa equipe.
Avaliação de impactos tributários em operações internacionais:
Dentre os serviços prestados pela consultoria de nossa empresa, está ainda a execução de uma avaliação dos impactos tributários em operações internacionais. O Brasil, como todos sabem é o país que tem mais impostos, e as operações internacionais não fogem a regra. Sendo assim, antes de realizar a importação, é fundamental avaliar quais serão os impactos tributários que incidirão nessa operação.
A TSL conta com uma equipe qualificada para executar todos os cálculos necessários para uma tomada de decisão mais assertiva possível, porque ninguém quer perder dinheiro, não é mesmo? Ainda mais pagando altos impostos, concorda?
Assistência as classificações fiscais: A classificação fiscal correta de mercadorias elimina qualquer possibilidade de multas e atraso na liberação aduaneira, bem como permite um cálculo mais próximo da realidade, no estudo de viabilidade do processo.
A classificação fiscal correta vai determinar as taxas e impostos que serão aplicados sobre as mercadorias, qualquererro ou informação ocultada, poderá resultar em uma multa pesada, comprometendo toda operação, além do impacto financeiro extremamente negativo.
Análise de documentação oriunda do exterior:
A TSL faz a análise de toda a documentação vinda do exterior, nessa etapa serão observados os documentos em todas as fases, que incluem: comercial, operacional, aduaneira e contábil.
O erro na emissão dos documentos de embarque ou a falta de informações nos mesmos, também podem gerar multas e atraso na liberação aduaneira.
Contar com uma equipe especializada e qualificada é fundamental para o sucesso do seu negócio, dados apontam que mais de 80% dos atrasos na liberação alfandegária, são devidos a documentos com erros ou falta de informação.
Habilitação no Radar Siscomex:
Prestamos serviço e assessoria para habilitação de sua empresa no RADAR, que é o registro da empresa junto a Receita Federal para atuar como exportadoimportador.
Fretes e Logística:
Oferecemos fretes e logística internacional multimodal com tarifas competitivas que abrangem os cinco continentes, contar com a TSL é ter a garantia de que seu produto importado/exportado chegará ao destino final, com agilidade, segurança e preço justo.
Seguro Internacional:
Também podemos te auxiliar nesse processo, garantimos toda a integridade do seu produto durante o processo de importação e exportação.
A TSL atua nos cinco continentes, com vasta experiência no Comércio Internacional, atuando nas áreas de Despacho Aduaneiro, Consultoria e Assessoria Comercial/Operacional, Transporte Internacional, DoorToDoor e regimes especiais.
Saiba mais: https://tsl-log.com.bconsultoria-e-assessoria-comercial-operacional/
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2020.09.24 16:26 EAUEspanol Una asociación estratégica para apoyar las soluciones de ayuda humanitaria en los EAU

Emirates Air Cargo y la Ciudad Humanitaria Internacional firmaron un memorando de entendimiento de cooperación para una asociación estratégica en el campo de la logística humanitaria y soluciones de socorro en crisis, para desarrollar soluciones logísticas innovadoras para operaciones de socorro efectivas en crisis e intercambiar experiencias sobre las mejores prácticas en este campo, con el objetivo de adoptar la Ciudad Humanitaria Internacional en los Emiratos. El transporte aéreo como primera opción para transportar artículos de socorro urgente a los destinos afectados.
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2020.09.20 14:53 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 1: Mudanças e chegadas]

Olá amigos. No post anterior introduzi levemente o espírito desta série, e este é o primeiro capítulo "a sério" da série. Este capítulo versa sobre o processo de preparação para a mudança e o "primeiro embate" da chegada ao novo país; que assuntos tive que tratar imediatamente antes de me mudar, assim como assim que cheguei. Como tenho dito, esta experiência é pessoal, e é importante que entendam que não se aplicará certamente a todos. Riam-se, chorem, e deixem os vossos pensamentos na caixinha em baixo.
Ao longo do texto vão ver uns números entre parênteses rectos ([XXXX]). Isto são referências que estão por extenso perto do fim do post, na secção apropriadamente denominada "Referências".

Take-Aways Principais

Eu gosto de ter uns bullet points com as ideias principais que se devem reter de cada capítulo, uma espécie de "se não leres mais nada, lê isto" do capítulo. Os deste capítulo rezam assim:
Os detalhes estão no texto por aí abaixo.

A odisseia do trabalho científico em Portugal

Já alguma vez tiveram aquele sonho em que querem gritar e não conseguem? Aquela sensação quase infantil de impotência, do pavor da inacção e do pasmo em relação ao que quer que seja que se está a desenrolar à nossa frente? Ou aquele em que querem esmurrar alguém mas não acontece nada? A sensação de impotência é, pessoalmente, das piores que podemos ter; a de querermos fazer alguma coisa, acharmos que sabemos o que fazer e não conseguirmos.
Trabalhar no tecido académico e de micro-empresas português (vulgo technology transfer) é um bocadinho assim. Por mais que um gajo se esforce, é muito difícil escapar à subsidio-dependência, à chico-espertice, à mediocridade, à inexperiência, à falta de processo e, acima de tudo, à falta de recursos. Por bom que seja o sonho, por interessante que seja o projecto, por positivo que seja o ambiente de trabalho, por porreiros que sejam os colegas, há uma sensação latente de "isto não vai dar para construir uma carreira". Isto torna-se particularmente agudo quando se trabalha numa área de tecnologia de ponta, para a qual inevitavelmente o mercado português está pouco desenvolvido. Não havendo mercado, a empresa vira papa-projectos e passa a viver de fundos comunitários, QRENs, COMPETEs, H2020s e coisas que tal. O tempo que se devia gastar em desenvolvimento é gasto a tentar convencer revisores de projectos a darem-nos mais uma esmola, e todos os projectos são uma corrida ao fundo: como é que conseguimos fazer esta omelete bonita com muito poucos ovos? Será que precisamos mesmo de duas pessoas para fazer isto, não dará só uma? Certamente o equipamento X também dá para este projecto.
Um aspecto particularmente doloroso neste ambiente é a altíssima rotatividade dos colegas. Quando se trabalha nestas condições tende-se a depender de recursos precários: bolseiros de investigação, estágios IEFP, estágios profissionais, estágios académicos, e por aí fora. Isto torna imediatamente impossível treinar alguém para fazer alguma coisa de jeito, e dei por mim a ensinar 3 ou 4 pessoas a fazer a mesma coisa em ocasiões diferentes ao longo dos anos. Nunca ninguém fica e toda a gente parte para outra, seja porque a empresa não lhes pode pagar, ou porque são incompetentes demais para nos darmos ao trabalho de lhes tentar arranjar financiamento. As caras e os nomes confundem-se numa espécie de groundhog day tecnológico em que cada ano que passa temos as mesmas conversas. Um tipo que vá ficando, ora porque é bom ou porque é teimoso, vai dando por si a avançar na idade ao mesmo tempo que os colegas não. A certo ponto, todos os meus colegas eram pelo menos uns 4 ou 5 anos mais novos que eu; ora se até eu quase nem tinha barba (hipérbole), então eles estavam mais verdes que as bananas da Costa Rica quando chegam ao Continente.
Quando me perguntam porque é que os portugueses têm tendência a se dar bem lá fora, aponto-os sempre para as condições em que somos habituados a fazer trabalho world-class. As publicações a que submetemos artigos não querem saber das nossas dificuldades; querem papers de qualidade. As agências de financiamento não querem saber de rotatividade, querem saber de know-how, track record e orçamentos. O trabalho que temos que entregar para sobreviver tem que ser de topo, ao mesmo tempo que as condições são de fundo. Pega-se num tipo habituado a isto, senta-lo numa cadeira de 300€, dá-se-lhe 3 monitores e um portátil que dava para comprar um carro, e é natural que o desempenho seja incrível.
Eu não me considero um perfeccionista (e acho que quem se considera perfeccionista pensa demais de si próprio) mas procuro estar numa constante curva ascendente no que toca à qualidade do meu trabalho. Umas vezes a curva é mais inclinada, outras vezes é menos inclinada, mas a cada dia estar um bocadinho melhor que no dia anterior. Aliás, quem me conhece sabe que esse é um traço que aplico em quase tudo: no trabalho, na vida, no desporto, etc. Antes de me mudar sentia que tinha batido no tecto da qualidade do que podia entregar. O meu esforço era máximo e o factor limitador da qualidade da entrega era a forma como o trabalho que eu tinha para fazer era entregue. Não havia tempo suficiente para inovação, era preciso planear de forma irrealista (e entregar de forma irrealista) para se conseguir fazer o malabarismo de todos os projectos. A constante mudança de contexto comia horas todos os dias.
A ética de trabalho portuguesa é, geralmente, horrível. Se eu trabalhei as minhas 8h, entreguei o que tinha para entregar e não tenho horário de trabalho, então vou sair às 16h. Ou chegar às 10h. Geralmente, fazer menos que 9-19 é mal visto, e eu fui sempre muito vocal (se calhar de forma prejudicial para mim próprio) acerca do quão estúpido isso me parece. Cheguei a ouvir algo semelhante a "tu és daqueles gajos que vão de férias desaparecem do mapa". Não é esse o objectivo das férias?

Um dia destes decidi mudar-me para o UK

Então um dia desatei a mandar CVs por esse mundo fora, a ver o que colava. Inevitavelmente, apareceram-me várias ofertas interessantes, a melhor das quais no UK. Contas feitas, a oferta praticamente multiplicou o meu salário bruto por 5 (talvez um bocadinho mais), empurrando-me de um salário mediano em Portugal para um salário bastante acima da média no UK. Esta é daquelas particularidades a que me refiro quando digo que a minha experiência é extremamente pessoal: eu tive a sorte de gostar e ter talento para trabalhar nesta área, e a dupla sorte de ser uma área em que simultaneamente há muita oferta e pouca procura de trabalho. Meio ao calhas cultivei um skillset muito valioso, ou que consegui vender bem. Infelizmente, para manter esta conta dissociada da minha identidade não vos posso especificar qual é; somos poucos, tornava-se muito fácil encontrar-me pelas publicações.
Curiosamente, está agora (à data da escrita) a fazer um ano que me decidi mudar. Nessa altura, a maior preocupação de quem se mudava para o UK era o Brexit, mas houve uma série de factores que me acalmaram:
Acerca deste último: ser estrangeiro no UK ou ser em qualquer outra parte é, para mim, semelhante. Então, se o Brexit por alguma razão resultasse numa perseguição aos estrangeiros, ou numa forte desvalorização da libra, etc, a minha situação ainda assim seria melhor que antes. Teria um CV mais rico, experiência adicional na indústria, e dinheiro no banco, tudo factores que facilitariam a mudança para um país terceiro.
Portanto com os factores políticos resolvidos por ora, e com a família a apoiar, lá me decidi.
Lá vim eu.

Preparação

A preparação para a mudança dividiu-se em:
Para benefício máximo meu e das duas empresas envolvidas, decidi reservar apenas umas 3 semanas sem trabalhar para tratar de tudo. Arrependi-me profundamente: devia ter fodido uma das empresas (a velha, potencialmente) e tido mais tempo para mim e para os meus. Naturalmente, houve muito que pude fazer enquanto trabalhava, como tratar da documentação. A logística foi um pesadelo; tive que esvaziar o apartamento em 2 dias e encontrar forma de arrumar tudo o que tinha na minha casa de família. Uma boa parte ficou por fazer pois queria passar tempo com a família em vez de arrumar merda. Tive que denunciar o contrato de arrendamento, da energia, da água e das telecomunicações. Obviamente, a Vodafone foi a mais merdosa no meio disto tudo, primeiro porque queriam que pagasse a fidelização (tive que demonstrar que vinha para o estrangeiro), e depois porque queriam cobrar o equipamento apesar de o ter entregue a horas e em boas condições. Típica escumalhice de telecom portuguesa, nada de novo.
A preparação legal foi mais cuidada. Para referência, a documentação que preparei foi:
Também nomeei (por procuração) um representante legal em Portugal. Inicialmente pareceu-me overkill, e apenas o recomendaria se tiverem alguém que seja de muita, muita confiança. Mas para mim tem sido muito útil, pois essa pessoa pode-me substituir em qualquer todos os compromissos, requerer a emissão de documentação em meu nome, transaccionar os meus bens (tipo vender o carro velho) e negociar em meu nome com as telecoms quando se armam em parvas (ver Vodafone acima). A pessoa que ficou com esta responsabilidade é da minha absoluta confiança, mas mesmo assim é um compromisso que deve ser mantido debaixo de olho e apenas pelo tempo necessário.
Às tantas perguntei-me "sua besta, já pensaste em quanto dinheiro vais gastar?" Bom, através de uma combinação de salário baixo e escolhas financeiras pouco saudáveis (que reconheço mas não quero detalhar), as minhas poupanças resumiam-se a uns míseros 2000€. Amigos, 2000€ não é dinheiro nenhum. Precisava de mais. Pelas minhas contas, e porque não vinha sozinho, precisaria de cerca de 15000€ para fazer isto com algum descanso, ainda que não conforto.
Lembram-se de quando tivemos uma crise "once in a lifetime" em 2008? Aquela da qual vamos ter saudades agora em 2021? Essa mesmo. Uma consequência engraçada dessa crise foi que as pessoas se habituaram a fazer crédito ao consumo, e os bancos habituaram-se a emprestar dinheiro como quem dá cá aquela palha, já que o Estado depois os resgata e ninguém vai preso. Como sempre trabalhei, paguei os meus impostos e nunca tive dívidas, pude pedir um crédito pessoal para pagar a mudança inicial. 15k no banco, check.
Obviamente não o gastei todo, e a empresa para onde fui trabalhar devolveu-me uma esmagadora parte do que gastei através de um fundo de "relocation expenses". A empresa pagou (mas eu tive que adiantar):
Em cima disso, paguei eu:
Admito que fiz algumas escolhas controversas, e houve muito dinheiro perdido em conversão de moeda. Podia ter ficado fora da cidade enquanto procurava apartamento, podia ter comprado mobília mais barata, podia ter dormido no chão, podia ter comprado malas mais baratas, podia ter andado de comboio em vez de alugar carros quando precisei. Mudei-me de uma forma que considero "medianamente confortável": não o fiz luxuosamente, mas dei-me ao luxo de trazer a Maria, de não ter que partilhar casa e de evitar largamente transportes públicos. Com o dinheiro que a empresa me devolveu constituí um fundo de emergência. Não liquidei logo a dívida porque entendo que é mais importante ter um fundo de emergência do que estar debt-free (mais sobre isso daqui a um post ou dois).
São escolhas. Emigrar é caro, amigos. Conheço quem o tenha feito com 200€ no bolso, mas não é confortável e não quero isso para mim.
Praticamente foi tudo pago através do Revolut. Criei uma conta pouco antes de vir, comprei o premium para não ter limites de conversões, e usei. Inclusivamente recebi lá o primeiro salário enquanto não criei a conta no banco.
A preparação emocional foi a menos complicada. O meu núcleo duro é relativamente pequeno, e toda a gente estava preparada há muito tempo para que eu "fugisse"; era conhecido praticamente desde que tinha começado o PhD que a minha área não era viável em Portugal, e que estava revoltado com a ética de trabalho merdosa. Naturalmente a minha mãe não gostou da ideia, mas são coisas da vida. Ainda assim, um conselho: não se armem em fortes e não descuidem a preparação psicológica/emocional que é necessária para este tipo de viagem. Eu sei que pessoas diferentes têm níveis de resiliência diferentes, mas o português tem muito a mania de achar que é o maior; cuidado com isso. Além disso, não deixem que estas preparações vos tomem todo o tempo que têm; guardem tempo para estar com a família, para lazer, e para descansar. Eu deixei-me consumir um pouco e não foi bom.

Como não ser sem-abrigo

Aterrei em meados de Setembro num dia nublado com duas malas de 30kg, uma mochila para mim e outra para a Maria, e a convicta certeza de que me estava a foder. Tinha cerca de 2.5 semanas até começar a trabalhar, e até lá a missão era só uma: encontrar um apartamento. Há muito para dizer acerca da habitação no UK, vou escrever um post só para isso e por isso aqui vou focar apenas na experiência do recém-chegado.
Eu decidi que não estava disposto a arrendar pelo privado; iria sempre através de uma agência imobiliária. Como não tinha tanta familiaridade com o mercado nem com a legislação, achei que seria mais seguro ir por essa via mais cara e minimizar a possibilidade de ser ludibriado. Recomendo vivamente. Então comecei a encetar contactos por telefone para marcar visitas a apartamentos.
E aí bateu-me.
Eu não conseguia perceber nada do que estes caralhos diziam ao telefone. NADA. "Ahka hrask apfiasdafsd duja sudn" diziam eles, e eu "sorry, I have a really bad connection, could you repeat that?" e eles lá repetiam mais calmamente "G'mornin, how can I help you today?". Muita vez disse eu que tinha pouca rede, a ver se eles abrandavam um bocadinho. E funciona! Top tip: se estiverem a tentar perceber o que eles dizem por telefone, queixem-se da ligação; o serviço móvel no UK é tão mau que eles vão na conversa.
Agora, eu sei falar inglês, ok? Naveguei perfeitamente bem as entrevistas, tenho dúzias de publicações em inglês "impecável", e trabalho em inglês há anos e anos. O problema é o seguinte: falar inglês enquanto se trabalha e escrever coisas em inglês são ambos experiências muito diferentes da de tentar falar com um nativo com sotaque, que assume maneirismos e expressões que não conhecemos, sobre locais que não conhecemos e dentro de um sistema (de arrendamento) que não conhecemos, tudo isto por telefone e sem poder ler nos lábios nem ler expressões corporais.
Com algum desenrascanço tipicamente português fui enchendo os dias de visitas a apartamentos na zona. Num dos dias aluguei um carro para ir ver apartamentos numa cidade vizinha (onde até acabei por ficar), algo que recomendo vivamente. Durante essas semanas vimos facilmente uns 25 apartamentos, talvez mais. As primeiras impressões foram:
(Um aparte acerca da alcatifa: se tiverem uma casa toda alcatifada comprem um robot aspirador de qualidade e aspirem todos os dias, até mais do que uma vez. A vossa qualidade de vida vai aumentar 1000 vezes.)
Escolhido o apartamento, fizemos uma oferta/candidatura. Oferecemos o valor que o senhorio pedia e, já tendo falado com muitos agentes, ofereci-me para pagar o contrato inteiro de 6 meses no dia da entrada. O que se seguiu foi um processo que, para mim, era completamente estrangeiro: o de "referencing" do potencial arrendatário. Pediram-me as moradas anteriores até 3 anos e os contactos dos senhorios, assim como a minha morada de família permanente e (muitos) dados pessoais. Essa informação foi usada para verificar que eu não era um impostor, e para verificar que tinha o hábito de pagar a renda. Ligaram para a minha antiga senhoria portuguesa, uma senhora de 82 anos, a perguntar se eu pagava a renda. Por mero acaso ela fala inglês (foi investigadora) e soube-lhes dar resposta, mas achei a atitude absolutamente desnecessária. Lembro-me de me sentir ofendido; "mas estes filhos da puta acham que pagar 6 meses à cabeça não chega?"
Seguiu-se um contrato de arrendamento para uma Assured Shorthold Tenancy [1], que é a modalidade "normal" de arrendamento para habitação por aqui. O agente imobiliário tratou de toda a papelada, mas eu tirei um dia para ler todo o contrato e verificar se batia certo com o que conhecia da lei daqui, o que recomendo vivamente. Atenção que a partir de meados de 2019 as taxas cobradas pelos agentes imobiliários passaram a ser limitadas por lei [2], por isso se vos pedirem alguma taxa administrativa mandem-nos sugar no pénis mais próximo. Na altura disseram-me que o normal, antes dessa mudança, seria o arrendatário pagar uma taxa de 700 libras à imobiliária pelo serviço. Era matá-los.
Assinado o contrato, ficou fixada uma data para entrada no apartamento. O valor a pagar é esperado nesta altura, no momento imediatamente precedente à entrega das chaves, o que significa que é preciso ter esse dinheiro disponível num cartão aceite pela imobiliária. Obviamente que é possível pagar por transferência, mas isso pode atrasar a data de entrada, e eu estava a pagar hotel por isso tinha interesse em me despachar.
Este processo foi, para mim, extremamente stressante. Até ao momento em que temos a chave na mão, o nível de incerteza é altíssimo: vou precisar de estender a estadia no hotel? Vou ter dinheiro que chegue caso o senhorio recuse o arrendamento? Será que vou ter que procurar noutra zona? Será que vou conseguir fazer isso enquanto trabalho? Para mim, encontrar a primeira casa foi facilmente a parte enervante da mudança. Agora já tenho uma posição muito mais sólida: conheço a zona, conheço o mercado, tenho um pé de meia e transporte próprio. O início custa muito mais.

Burocracias adicionais a tratar no início

Além da casa, que era a minha primeira preocupação, há um outro conjunto de coisas que têm que ser tratadas quanto antes:

Referências

[1] https://england.shelter.org.uk/housing_advice/private_renting/assured_shorthold_tenancies_with_private_landlords [2] https://www.gov.uk/government/collections/tenant-fees-act [3] https://www.gov.uk/council-tax [4] https://www.gov.uk/tax-codes [5] https://www.gov.uk/income-tax/how-you-pay-income-tax

Capítulos Anteriores

O próximo capítulo deve ser mais sobre habitação ou sobre compramanter carro e conduzir. Depende de qual o capítulo que acabar por ficar pronto mais cedo. Às tantas calha ser outro qualquer ¯\_(ツ)_/¯
Se este post gerar uma resposta tão forte como os outros, é possível que eu não consiga responder a todos os comments. Se for esse o caso, peço desculpa; vou dar o meu melhor.
No outro post alguém (um mod?) colocou o flair "Conteúdo Original". Não encontrei esse por isso pus "discussão".
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.
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2020.09.14 17:41 villuendas1 Agencia Aduanal

Villuendas Internacional es una Agencia Aduanal y de carga con una larga trayectoria en las diferentes áreas del comercio y logística internacional.
Nuestros servicios de logística pueden ser para exportación e importación, manejamos el transporte que usted necesita (Aéreo, Marítimo y Terrestre) desde y para cualquier parte del mundo.
https://villuendas.mx/
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2020.09.08 21:49 MainlanderFeel Opiniones y exeperiencias sobre Ing. en Logística y Transporte UNAB (u otra universidad)

¡Buenas tardes! Abro este hilo porque veo que hay poca información sobre esta carrera en Chile (y este subreddit). Quiero volver a la uni y entre las carreras que me estaban llamando la atención, estaba la mencionada, específicamente en la UNAB en modalidad vespertina.
Quería saber cuales son las experiencias de aquellos que están laborando en esta profesión: ¿La recomiendan? ¿es una buena inversión a largo plazo? ¿tienen buenos sueldos? ¿es escalable? ¿esta muy saturada o es muy díficil ascender? ¿el conocimiento que adquieres tanto en la carrera como en el trabajo te permite trabajar como independiente en algún futuro? ¿Que tan estresante y como es el ambiente laboral trabajando en dicha profesión?
Ahora una pregunta un poco más esoterica: ¿Qué personalidad se acomoda bien al Ing. en Logística y Transporte?
Tampoco quiero dejar a los estudiantes atrás: ¿Que tanto tiempo consume la carrera? ¿Que tal el nivel en sus universidades? ¿Hay diferencia entre una uni u otra en cuanto a la calidad del profesional? Cualquier opinión o comentario es bienvenido. Me gustaría que este hilo sirviera de referencia para otra persona que esté investigando sobre la carrera en el futuro.
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2020.08.31 18:16 drfritz2 A esquerda mambembe e lacradora caiu em mais uma pegadinha: As praias lotadas.

Ontem foi publicada uma matéria sobre praias lotadas. Com fotos em perspectiva, mostrando toda a orla da praia, de um ângulo que dá a impressão de "lotação" maior do que se fosse tirada de outro ângulo. A imprensa utiliza esse tipo de estratégia de acordo com o interesse. Se quisesse mostrar a praia "vazia" tirava uma foto de cima ou de frente. Quando quer mostrar um pequeno-grande aglomerado, tira foto "fechada" dando a impressão de que existe uma multidão.
A esquerda mambembe lacradora não percebe isso e morde a isca. O primeiro efeito é promover o veículo de mídia aumentando a visitação (e monetização) e aderindo a linha editorial. Só nisso já mostra o quão alienada são essas esquerdas. São usadas como instrumento da burguesia para opressão do proletariado.
Seguindo adiante no escracho da esquerda mambembe lacradora ao proletariado, vamos observar a linha editorial da matéria:
Banhistas estão aglomerados na praia, sem utilizar máscaras e portanto ajudando na disseminação do coronavírus.
Nota-se que tal afirmativa não possui embasamento científico, primeiro pelo fato de não temos uma análise precisa sobre a "lotação" de fato e também não temos informação de como ocorre o contágio em ambientes abertos e movimentados. Mais uma vez a esquerda mambembe lacradora é instrumento da burguesia e é induzida com facilidade a agir de forma alienada.
Porém ao morder essa isca falaciosa, a esquerda mambembe e lacradora, não percebeu que caiu em uma pegadinha do malandro burguês e também do malandro estatal.
Malandro burguês: quer que o proletário trabalhe e produza, independente das condições. Então pode pegar busão e metrô lotado, pode trabalhar em ambiente insalubre e contagioso. E a esquerda mambembe lacradora fica bem quietinha e domesticada nesse caso. Mas ficou raivosa quando o proletário foi à praia.
Malandro estatal: Serve fielmente aos interesses da burguesia, prevaricando, em conluio e com improbidade administrativa. Assim adota um discurso de "preocupação" com a pandemia, mas jogando toda a responsabilidade em cima do proletariado. Cria regras bizarras (ex: comércio em horário restrito para evitar aglomeração, que aglomera mais do que no horário normal). No tocante à praia, diz que não pode abrir guarda sol e sentar, que só pode tomar "banho de mar" e praticar alguns esportes. Não fiscaliza as regras e de vez em quando faz uma campanha para pegar proletários e os exibir como exemplo para todos. "se você está na praia sem máscara, poderá pagar uma multa!" "seu irresponsável".
E então as esquerdas mambembes lacradoras e alienadas caem na pegadinha com grande facilidade. Se colocam contra os proletários, acusam os proletários. Dizem que os proletários devem ficar "em casa" e que não podem se divertir. Enquanto isso o malandro burguês está curtindo na sua casa de praia, no seu iate, no seu sítio, no seu jatinho e na sua ilha. E o malandro estatal está lá, trabalhando em "home office", fingindo que está fazendo alguma coisa, burocratizando e mamando na teta do estado.
E quem ganha com isso? O Bozo!
O Bozo já se beneficiou com os 600 reais e a cada dia se consolida como um parasita do estado à serviço da burguesia.
O Bozo fala que está do lado dos proletários e tem um discurso que parece ser isso. Já a esquerda cai na pegadinha e faz um discurso contra os proletários. Depois acha que o proletariado vai votar na esquerda ou aderir a ideologias "socialistas" ou mesmo "progressistas".
Então amiguinho. Abra os "óleos" e bem como o terceiro "olho". Deixe de ser um alienado, instrumento da burguesia e da corporação parasita estatal. É muito simples o exercício. Toda vez que a sua posição não for crítica a agentes do estado e à burguesia e principalmente toda vez que a posição for crítica ao proletariado, você está sendo um "robô" contratado de grátis.
No caso em questão o papel da esquerda seria:
1 - Apontar a falácia das matérias e a ausência de matérias que mostrem aglomeração em transporte coletivo. Denunciar a burguesia e a prevaricação dos agentes do estado nesse quesito, que expõem o proletariado a risco constante e cotidiano.
2 - Apontar o paradoxo entre o fechamento de espaços abertos e de lazer e a abertura de espaços fechados e comerciais, colocando na burguesia e no estado a responsabilidade para que a gestão e logística disso tudo seja feita de forma a proteger o proletariado.
3 - Dar nome aos bois, apontando quem são os agentes prevaricadores e exigindo punição a eles. Se existem proletários aglomerados e sem máscara na praia, os agentes de fiscalização estatal deveriam ser punidos pelo crime de prevaricação. Deveriam ser demitidos por ter exposto a população ao risco do covid.
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2020.08.11 16:19 TSL-Logistics LOGÍSTICA DOOR TO DOOR

As empresas brasileiras que querem conquistar novos mercados e desejam potencializar seus lucros, precisam enxergar essa oportunidade no comércio exterior, contudo muitas não dão prosseguimento ao sonho, porque acham que essa transação é muito complexa, pois exige um nível de conhecimento elevado.
Entretanto, um meio eficaz de não desistir desse sonho se dá por meio da Logística Door to Door, mas o que é Logística Door to Door?
Logística Door to Door
A operação chamada de Door To Door, consiste na contração de um agente de cargas, ou seja de uma empresa que vai ter todo o trabalho de promover desde a coleta do produto comercializado no fornecedor até executar a entrega ao comprador, de forma simples é como o próprio nome já diz, esse é um comércio porta a porta entre os envolvidos nessa negociação.
Ao contratar esse tipo de serviço a empresa faz a terceirização de todo o frete e não cabe mais a ela a responsabilidade de planejamento logístico do produto, que envolve o trânsito do produto até o comprador.
Por que apostar na operação Door To Door?
Apostar na Logística Door To Door significa que a empresa terá não só redução dos custos de transporte como também no tempo em que as transações são feitas, outro ponto positivo consiste no aumento do poder de barganha, porque agora haverá um maior volume de produtos que serão transportados por uma operadora logística. Além disso, o sistema integrado passa a fazer o fluxo das informações e com isso diminui não só a burocracia que envolve esse processo como também os riscos da mercadoria ficar parada, porque algum critério legal não foi observado.
É possível afirmar ainda que a Logística Door To Door possibilita ao contratante uma assessoria completa desde o começo até o fim do processo.
As empresas que desejam comercializar seus produtos no exterior não só podem como devem apostar na Logística Door To Door, porque uma empresa terceirizada será a responsável por executar todo o processo que envolve desde a coleta até a entrega das mercadorias, as empresas que querem firmar suas vendas no exterior não podem perder tempo com tramites, mas sim contar com quem é especialista no assunto.
Recorrer a Logística Door To Door significa que a empresa terá o melhor custo benefício tanto na hora de importar quanto na hora de exportar e isso fará com que o uso operacional melhore e os custos caem de forma considerável.
Quando minha empresa deve recorrer a Logística Door To Door?
Os comércios que querem vender para o exterior, devem entender que essa operação é responsável por todas as etapas que são definidas como: coleta no fornecedor estrangeiro, análise da documentação por uma equipe capacitada, envio do produto até o aeroporto ou porto, atendimento a legislação internacional, seguro, armazenagem do produto em área que pertence a alfandega, desembaraço aduaneiro, trafego no produto no Brasil e a entrega ao comprador.
Como mencionado, essa operação é complexa e envolve diferentes etapas que não são de conhecimento de todas as pessoas que desejam estabelecer relações com o mercado internacional ou que não tem tempo para isso.
Por esse motivo, o melhor é apostar na contratação da Logística Door To Door, porque ela é detentora de experiencia em todas as etapas que envolvem essa negociação, por esse motivo, ela conseguirá executar de forma ágil e por um preço mais acessível toda essa demanda.
Saiba Mais: https://tsl-log.com.bdoor-to-doo
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2020.08.02 06:12 sipesalogistica Transporte y logística

Ofrecemos soluciones únicas y rentables de acuerdo a las necesidades de nuestros clientes en pesaje como también Ensacadoras, sistemas de costura y sellado , inspección de producto, ensacado, costura y automatización en el sector industrial y Balanzas para cargamento a granel comercial. Teniendo sus orígenes con F.A. Dalton & Co. de El Salvador en el año 1923. Contamos con presencia en los siguientes países de Centroamérica:
Guatemala – Belice, Sistemas de Pesaje, S.A. – SIPESA Honduras, F.A. Dalton, S.A. de C.V. Nicaragua, Insumos Disagro para la Industria, S.A. – SIPESA
Nuestra competencia técnica, la amplia variedad de marcas y productos con que contamos, nos permiten ofrecer tecnología de punta y soluciones para suplir las necesidades del cada vez más industrializado mercado centroamericano. Representantes de Mettler Toledo, A&D, PRIX-Toledo Do Brasil, Hamer-Fischbein, Oakton, entre otras.
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2020.06.29 01:49 diyexageh Banca internacional #05 AE – Exportar servicios, incorporación, DTAs y residencia fiscal.

Este contenido fue publicado originalmente el 12/09/2019 - Aca
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Background


Algunos usuarios del sub comentaron sobre la posibilidad de mitigar la carga impositiva Argentina en especial para la exportación de servicios. La consulta fue sobre servicios IT sin embargo según tengo entendido, Argentina se exporta servicios relacionados a los medios también. De esta manera me he tomado la libertad de fusionar los dos en forma de tech y media.

Me pareció un buen proyecto y creo que existe una oportunidad para al menos minimizar o eliminar la carga tributaria con respecto a la exportación de servicios.


DTA/DTT - Double Taxation Agreement/Treaty


Un DTA es un documento en el que (al menos) dos miembros (países/jurisdicciones) se ponen de acuerdo en cuestiones de materias impositivas de manera bi/mutilateral. Ya sea para asegurarse el fácil acceso a cierto recurso que un país tiene y el otro no de forma simbiótica o para agilizar y facilitar el hacer negocios entre los miembros. De la misma manera, un DTA puede cumplir la función fundamental de -evitar la doble imposición- en el país donde se efectúa la actividad y en Argentina. Esta idea puede generar varios malentendidos, por ejemplo, un DTA no existe para que no se paguen impuestos, sino para que los pague una sola vez ya que hacerlo dos veces haría que el ejercicio fuese poco o contraproducente.

Sin entrar en muchos detalles, siendo que la Republica Argentina es un país mayoritariamente proteccionista y ha tenido sucesivos gobiernos los cuales han cerrado la economía y la facilidad de hacer negocios dentro y fuera del país, no es sorprendente que haya pocos DTAs disponibles y de los pocos que hay no todos han sido ratificados (no están en vigor).

Ahora, es posible que vía un DTA no se paguen impuestos? Si y no, es un tecnicismo. Inicialmente quedémonos con la idea de que no y que lo que se va a lograr es una reducción de la tasa impositiva más allá de los beneficios de facturación.

Los tratados de nuestro interés son Qatar y Emiratos Árabes Unidos. En este post nos vamos a concentrar en Emiratos Árabes Unidos ya que tienen mejor infraestructura, mejor sistema bancario, financiero y costos de incorporación más accesibles (en algunos casos gratis. More on this later!). El DTA entre Argentina y UAE ha sido firmado en Noviembre del 2016 ratificado en Enero del 2019. Siendo que UAE impone tasas de 0% en todos sus impuestos ya sean personales como corporativos, esto abre las puertas a una gran oportunidad comercial. Esto es una pequeñez si se tiene en cuenta que una corporación residente en UAE permite hacer uso y acceso a los 91 DTAs de Emiratos Árabes los cuales son mucho más competitivos y extensos que los 23 ofrecidos por Argentina.

Contrario a la razón por la cual se conoce al país y al emirato en el colectivo social, el petróleo, negocios relacionados como su refinamiento, explotación, logística y derivados no son de libre imposición sino todo lo contrario. Todo tipo de compañía relacionada al oro negro sucumbe a una tasa del 80%.


Emiratos Arabes Unidos


Es un país soberano el cual se encuentra en la península arábica del Golfo Pérsico, una unión de siete emiratos liderados por emires, cabecillas de familias tribales quienes son parte de la realeza local. Más conocidos únicamente por ser el país el cual alberga a Dubái, emirato, ciudad y mal asociado como país independiente siendo de por si uno de los emiratos más pequeños de EAU.

Emiratos Árabes Unidos, el país musulmán más abierto y tolerante de la región, ha sabido reinventarse como un moderno centro financiero tradicional (de capitales y reglamentación occidental) e islámico (de capitales árabes y asiáticos bajo reglamentación Shariah). Cuenta con dos centros financieros internacionales que a su vez funcionan como Free-zones (zonas francas). DIFC, Dubái International Financial Center y su nuevo quasi hermano y competidor ADGM, Abu Dhabi Global Markets.

Antes de continuar, hay algo que quizás no puedo poner más énfasis y es sumamente importante. Los Emiratos Árabes son una unión federal, consecuentemente existen leyes federales y regionales por cada emirato. Un ejemplo claro de esto es el Emirato de Al Sharjah, el cual es seco (prohibida la venta y tenencia de alcohol y productos porcinos) mientras que en el resto del país, esto es legal. Puede parecer una nimiedad, pero en la práctica, en muchos aspectos los UAE funcionan como países independientes.

La política internacional, financiera y defensa se definen de facto entre Dubái y Abu Dhabi, el ultimo siendo el emirato y ciudad capital del país. El Emir de Abu Dhabi, Sheikh Khalifa bin Zayed al Nahyan, no solo cumple el rol de Emir, sino que también es el Presidente de los Emiratos Árabes Unidos. De la misma manera Sheikh Mohammed bin Rashid al Maktoum, vice-presidente y primer ministro de los Emiratos Árabes Unidos y Emir de Dubái. Una diferencia a tener en cuenta es que históricamente Abu Dhabi gravita de manera más cercana a los intereses y trade con Estados Unidos mientras que Dubái, como tradicional ex-protectorado Británico, más cercano a Reino Unido.

Esto último es de gran importancia, ya que si bien el país está regido por un mix de Sharia, social y common law, DIFC, el centro internacional financiero de Dubái ostenta cortes con jueces Británicos bajo common law, mientras que ADGM facilita cortes con jueces Americanos, sin embargo bajo common law Inglesa.


Free-zones - El bread and butter de este post


Los Emiratos Árabes son los reyes de las llamadas Free-zones. Existen con casi todas las designaciones imaginables, cubriendo desde caridades y centros humanitarios a medios, publicidad, film, telefonía, tecnología, transporte, biotecnología, perfumería, outsourcing, commodities, pesca y servicios portuarios, importación, exportación, re-exportación, etc. Son tan extensas que hasta las ha empezado a exportar como producto. El puerto de Djibouti es parte de JAFZA (Jebel Ali Free-zone Authority). Corporaciones con intereses de operar en Djibouti deben hacer sus relevantes incorporaciones y due diligence en Jebel Ali, Dubái.


Incorporación


Históricamente el mercado se encontró dividido entre lo considerado on-shore (LLC/JSC/PJSC) y off-shore (FZE/FZC/FZLLC). Las diferencias en su gran mayoría han desaparecido dependiendo del emirato de incorporación. Los negocios on-shore siempre han requerido un partner local (Emirati) con el 51% de las acciones, en general los locales nunca intervienen en la operatoria de la compañía y solo se interesan por su profit share. En las Free-zones los extranjeros pueden operar corporaciones con un 100% de inversión y ownership sin tener que compartir la titularidad con un socio local. Hay muchos caveats a estas reglas, las compañías on-shore solo pueden operar en oficinas “territoriales” que no se encuentren en una Free-zone, o en un área Free-hold en cuanto a las compañías consideradas off-shore, solo pueden operar desde áreas designadas Free-zone relevantes a su actividad y emirato.

La incorporación puede ser de manera personal o a distancia. Teniendo en cuenta que en general lidiar con un OSP (Off-shore service provider) suele incrementar los costos asociados. Si se opta por un visado de residencia (lo que nos permite acceder a residencia fiscal en EAU) hay que hacerlo de manera presencial ya sea vía un OSP o no ya que se requiere una copia del sello de entrada al país.

No todas las corporaciones requieren alquiler de una oficina o escritorio, aunque esto varia de gran manera entre zonas y emiratos. Los freelancers en general no tienen este tipo de requerimiento. Es casi imperativo el registro de una P.O. Box.

En general todas las zonas francas cuentan con las mismas características básicas con respecto a incorporación,

Corporate registry público: No.
Tipos de entidad registrables:

En Emiratos Árabes los bloggers/vloggesocial media personalities e influencers deben estar registrados y de tal manera también pueden incorporarse. Con el fin de recibir pagos de sponsorships en forma legal. Este tipo de corporación es única en el país y se ofrece en una sola Free-zone.
Freelance Paquete similar a una FZE con menor capital inicial, las actividades licenciadas dependen de la zona franca pero suelen ser flexibles. Un freelancer que exporta servicios de diseño web y diseño gráfico puede también exportar servicios de programación inclusive cuando está registrado en una Media Free-zone y no es una Free-zone con exclusivamente IT/Tech.


Lista no comprensiva de las Free-zones disponibles de más interés para los lectores

Nombre, Nombre corto, Emirato – URL



Siendo que las apariencias engañan, no hay que descartar una Free-zone por el solo hecho de que el nombre que porta no es el adecuado. Como explique antes el caso de Ajman Media Free-zone donde se pueden ofrecer servicios de programación como una actividad de complemento dentro de una compañía de UX o Webdesign.
En este momento, vista la recesión global y los problemas que esto causa en los países dolarizados como es UAE, el bajo volumen de negocios en la región genera oportunidades para nosotros ya que la mayoría de las zonas francas están descontadas. Dubái y Abu Dhabi van a tener siempre mayores costos de incorporación, sin embargo hay que comparar.


Dubai Media City / Dubai Internet City - Dubai
Se encuentran una al lado de la otra. Las dos ofrecen licencias de freelancing en las que uno puede hacer trade a nombre del UBO únicamente. Si uno prefiere hacer trade bajo un seudónimo, es necesario incorporar una compañía. Si tus servicios son IT pero relacionados a algún fin financiero véase DIFC. Existen diferentes tipos de corporaciones disponibles (Freelance, FZLLC, FZE). Cada corporación debe elegir sus actividades en base a una lista de actividades licenciables, las cuales tienen costos unitarios. Algunas Free-zones ofrecen hasta 3 actividades por corporación al mismo costo, ver Ajman Free-zone.
La lista de actividades para freelancers es exhaustiva y bastante detallada, les dejo el link ya que tomaría un post entero para
Actividades disponibles para freelancers: https://gofreelance.ae/freelance-activities.html
Más detalles y costos de incorporación: https://gofreelance.ae/
Costo de incorporación aproximado: 7500 AED anual + 20 AED Knowledge Fee.
Residencia: Si, con costo extra.

RAK Free-zone - Ras al Khaimah
Ras al Khaimah ofrece otras alternativas que no están disponibles en el resto del país ya que mediante las Free-zones también se puede incorporar de manera local. Disponibilidad de registro de LLCs (on-shore) y FZLLC (off-shore).
Actividades disponibles: https://rakez.com/Portals/30/Download/Form-Docs/Business-Activity-List/Business-Activity-list-Eng.pdf
Costo de incorporación: Varia según entidad, incorporación básica 6990 AED.
Residencia: Si, a costo dependiendo de entidad seleccionada.

twofour54 - Abu Dhabi - https://www.twofour54.com/en/business-setup/how-to-set-up-a-business/freelance/
Para los usuarios que son diseñadores o trabajan en actividades relacionadas a la pre y post producción esta Free-zone en Abu Dhabi, análoga a Dubái Media City tiene el mejor paquete por lejos hoy día. Además ofrece un hibrido llamado “Dual Licence” donde la Free-zone sponsorea a la compañía incorporada dentro del Abu Dhabi Economic Department con el fin de que la compañía pueda trabajar on-shore sin necesidad de incorporar otra entidad. Este arreglo es único de twofour54.
Actividades disponibles: https://www.twofour54.com/en/business-setup/business-activities/
Costo de incorporación: Gratis por 2 años.
Residencia: Si al costo.


Banking y finanzas


Las compañías tal como las personas necesitan bancos. Algunas entidades -ciertas compañías offshore en RAK- están limitadas al uso de unos pocos servicios bancarios. El resto de las corporaciones, sean on u off-shore pueden hacer uso de cualquiera de los bancos locales o internacionales disponibles en el país. La mayoría de los bancos locales también ofrece servicios a no residentes con mínimo KYC. La banca emirati es líquida y está pasando por un momento de grandes mergers ya que existen muchos más bancos que clientes para los mismos. Los mergers más recientes han sido National Bank of Abu Dhabi con First Gulf Bank quienes han creado un banco con más assets que Deutsche Bank de nombre First Abu Dhabi Bank. En el 2019 hubo otro merger, Abu Dhabi Commercial Bank, Al Ahli bank y Union National bank en un mega merger el cual todavía no tiene nombre.

Existe la banca privada y también banca off-shore en Jersey, Isle of Man, Londres, Singapore y Hongkong de varios de los bancos locales. Algunos bancos ofrecen tarjetas de crédito vía depósitos en plazo fijo como colateral.

Los bancos más usados



Yapa

Una compañía incorporada en Tbilisi Free-zone o Georgia Free-zone en Georgia la cual tenga de UBO un residente ya sea físico o legal en UAE puede hacer uso del DTA AE-GE y poder facturar a sus clientes bajo una imposición del 0%. De esta manera se puede comerciar o invertir en Estados Unidos haciendo uso de un antiguo DTA URSS-USA que hoy día cubre a Armenia/Georgia/Azerbaijan.

Donations.
Token Wallet address BTC 19xvUdQoZosrzYKNaTCK834zRkg5Bogop BCH qqqmyqjspnq0fazk9wvv0elc8vxdp2rkvgfqs3s87x LTC LKNvBgwEtE3w7oEUYiSVb96qCe7xFDBvp8 ETH/DAI 0x1cbbcf2ca8849893ad7feac5ef5c735f6d91fa4e XMR 44AXEt8ZkmjgGuUrPaoNTzBGhp92L3HozSYxAip7dz8qL6A3neJBriLRSjC8Qnam4tEhfw2yXzcXsbZ2dJiWHDC7Ji8nBvx 
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2020.06.02 22:16 DoctrinaQualitas Estudiar Transporte y Logística a Distancia Doctrina Qualitas

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2020.05.02 03:24 him_x Patrones de Diseño: Método Factory

La intención

El método factory o fábrica en español es un patrón creacional que provee una interfaz para crear objetos en una super clase, pero permite que a la sub clase alterar el tipo de objeto que será creado.

El problema

Imagina que estás creando una aplicación para administración de logística. La primera versión de tu aplicación únicamente soporta el transporte por camiones así que la mayor parte de código vive en la clase Truck (Camión).

https://i.redd.it/xdxow45g69w41.gif

Luego de un tiempo, tu aplicación se vuelve muy popular. Todos los días recibes docenas de peticiones de compañías de transporte marítimo para que incorpores la logística marítima en tu aplicación.

https://i.redd.it/d328v5qk69w41.gif
Son muy buenas noticias ¿No? ¿Pero qué pasas con el código? En el presente la mayor parte del código está acoplado a la clase Truck. Agregando la clase Ship (Barco) vas a requerir hacer cambios en toda la base de tu código. Además de eso, si más adelante quieres añadir otro tipo de transporte a la aplicación es probable que debas hacer todos estos cambios de nuevo.

Como resultado vas a terminar teniendo un código bastante sucio. Lidiando con condicionales por toda la aplicación para que esta tenga el comportamiento adecuado dependiendo del tipo de transporte que esté manejando el programa.

La solución

El patrón Factory sugiere que remplaces la construcción directa de objetos (Usando la palabra reservada new) con un método especial de fábrica. No hay de qué preocuparse, los objetos aún son creados usando la palabra reservada new, pero el objeto se está creando dentro del método fábrica. Los objetos retornados por el método de fabrica usualmente son llamados productos.

Las subclases pueden alterar el tipo de objeto que será retornado por el método de fábrica.

A primera vista este cambio parece ser inútil: Sólo parece que se ha movido el constructor de una parte del código a otra. Sin embargo considera lo siguiente: ahora puedes sobre escribir el método de fábrica en una sub clase y cambiar el tipo de clase que va a ser creado.
Aún así hay una pequeña limitación: Las subclases pueden retornar diferentes tipos de productos sólo si estos productos tienen en común su clase base o una interfaz. Además, el método de fábrica en la clase base debe tener su tipo de retorno declarado como en la siguiente interfaz.

Todos los productos deben seguir la misma interfaz.

Por ejemplo, ambas clases Truck y Ship deben implementar la interfaz Transport la cuál declara un método llamado deliver. Cada clase implementa este método de manera diferente. Los cambios entregan su carga por tierra, los barcos entregan su carga por mar. El método de fábrica en la clase RoadLogistics retorna objetos de tipo camión, mientras que el método de fábrica en la clase SeaLogistics retorna objetos de tipo barco.

Siempre y cuando todas tus clases \"producto\" implementen una interfaz común puedes pasar objetos a otras clases y el código no se va a romper.

El código que utiliza el método de fábrica (A veces llamado código cliente) No puede ver la diferencia entre los productos que son retornados por diferentes subclases. El cliente trata todos los productos como un Transport abstracto. El cliente sabe que se supone que todos los objetos tipo Transport deben tener un método deliver. Pero exactamente cómo lo implementa no es algo que deba importar al cliente.

Aplicabilidad

El método factory separa el código que construye los productos del código que los utiliza. Por ende es más fácil extender el código de la construcción de los productos de manera aislada al resto del código.
Por ejemplo, para agregar un nuevo tipo de producto a la aplicación únicamente necesitas crear una subclase de la clase creador (En el ejemplo de arriba Logistics) y sobre escribir el método de fábrica.
La herencia es probablemente una de las formas más sencillas de sobre escribir los comportamientos por defecto que tiene una librería.

Pros

Contras

-----------------------------------------------------------------
Tomado de: https://refactoring.guru/design-patterns/factory-method
Ejemplo del método factory en php: https://refactoring.guru/design-patterns/factory-method/php/example
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2020.05.02 03:16 him_x Patrones de Diseño: Método Factory

La intención

El método factory o fábrica en español es un patrón creacional que provee una interfaz para crear objetos en una super clase, pero permite que a la sub clase alterar el tipo de objeto que será creado.

El problema

Imagina que estás creando una aplicación para administración de logística. La primera versión de tu aplicación únicamente soporta el transporte por camiones así que la mayor parte de código vive en la clase Truck (Camión).

Processing gif 8chhfhz5m8w41...

Luego de un tiempo, tu aplicación se vuelve muy popular. Todos los días recibes docenas de peticiones de compañías de transporte marítimo para que incorpores la logística marítima en tu aplicación.

Processing gif 45um0uoam8w41...
Son muy buenas noticias ¿No? ¿Pero qué pasas con el código? En el presente la mayor parte del código está acoplado a la clase Truck. Agregando la clase Ship (Barco) vas a requerir hacer cambios en toda la base de tu código. Además de eso, si más adelante quieres añadir otro tipo de transporte a la aplicación es probable que debas hacer todos estos cambios de nuevo.

Como resultado vas a terminar teniendo un código bastante sucio. Lidiando con condicionales por toda la aplicación para que esta tenga el comportamiento adecuado dependiendo del tipo de transporte que esté manejando el programa.

La solución

El patrón Factory sugiere que remplaces la construcción directa de objetos (Usando la palabra reservada new) con un método especial de fábrica. No hay de qué preocuparse, los objetos aún son creados usando la palabra reservada new, pero el objeto se está creando dentro del método fábrica. Los objetos retornados por el método de fabrica usualmente son llamados productos.


Processing img 0rywm8hsp8w41...
A primera vista este cambio parece ser inútil: Sólo parece que se ha movido el constructor de una parte del código a otra. Sin embargo considera lo siguiente: ahora puedes sobre escribir el método de fábrica en una sub clase y cambiar el tipo de clase que va a ser creado.
Aún así hay una pequeña limitación: Las subclases pueden retornar diferentes tipos de productos sólo si estos productos tienen en común su clase base o una interfaz. Además, el método de fábrica en la clase base debe tener su tipo de retorno declarado como en la siguiente interfaz.


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Por ejemplo, ambas clases Truck y Ship deben implementar la interfaz Transport la cuál declara un método llamado deliver. Cada clase implementa este método de manera diferente. Los cambios entregan su carga por tierra, los barcos entregan su carga por mar. El método de fábrica en la clase RoadLogistics retorna objetos de tipo camión, mientras que el método de fábrica en la clase SeaLogistics retorna objetos de tipo barco.


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El código que utiliza el método de fábrica (A veces llamado código cliente) No puede ver la diferencia entre los productos que son retornados por diferentes subclases. El cliente trata todos los productos como un Transport abstracto. El cliente sabe que se supone que todos los objetos tipo Transport deben tener un método deliver. Pero exactamente cómo lo implementa no es algo que deba importar al cliente.

Aplicabilidad

El método factory separa el código que construye los productos del código que los utiliza. Por ende es más fácil extender el código de la construcción de los productos de manera aislada al resto del código.
Por ejemplo, para agregar un nuevo tipo de producto a la aplicación únicamente necesitas crear una subclase de la clase creador (En el ejemplo de arriba Logistics) y sobre escribir el método de fábrica.
La herencia es probablemente una de las formas más sencillas de sobre escribir los comportamientos por defecto que tiene una librería.

Pros

Contras

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Tomado de: https://refactoring.guru/design-patterns/factory-method
Ejemplo del método factory en php: https://refactoring.guru/design-patterns/factory-method/php/example
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2020.05.02 03:14 him_x Patrones de Diseño: Método Factory

La intención

El método factory o fábrica en español es un patrón creacional que provee una interfaz para crear objetos en una super clase, pero permite que a la sub clase alterar el tipo de objeto que será creado.

El problema

Imagina que estás creando una aplicación para administración de logística. La primera versión de tu aplicación únicamente soporta el transporte por camiones así que la mayor parte de código vive en la clase Truck (Camión).

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Luego de un tiempo, tu aplicación se vuelve muy popular. Todos los días recibes docenas de peticiones de compañías de transporte marítimo para que incorpores la logística marítima en tu aplicación.

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Son muy buenas noticias ¿No? ¿Pero qué pasas con el código? En el presente la mayor parte del código está acoplado a la clase Truck. Agregando la clase Ship (Barco) vas a requerir hacer cambios en toda la base de tu código. Además de eso, si más adelante quieres añadir otro tipo de transporte a la aplicación es probable que debas hacer todos estos cambios de nuevo.

Como resultado vas a terminar teniendo un código bastante sucio. Lidiando con condicionales por toda la aplicación para que esta tenga el comportamiento adecuado dependiendo del tipo de transporte que esté manejando el programa.

La solución

El patrón Factory sugiere que remplaces la construcción directa de objetos (Usando la palabra reservada new) con un método especial de fábrica. No hay de qué preocuparse, los objetos aún son creados usando la palabra reservada new, pero el objeto se está creando dentro del método fábrica. Los objetos retornados por el método de fabrica usualmente son llamados productos.


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A primera vista este cambio parece ser inútil: Sólo parece que se ha movido el constructor de una parte del código a otra. Sin embargo considera lo siguiente: ahora puedes sobre escribir el método de fábrica en una sub clase y cambiar el tipo de clase que va a ser creado.
Aún así hay una pequeña limitación: Las subclases pueden retornar diferentes tipos de productos sólo si estos productos tienen en común su clase base o una interfaz. Además, el método de fábrica en la clase base debe tener su tipo de retorno declarado como en la siguiente interfaz.


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Por ejemplo, ambas clases Truck y Ship deben implementar la interfaz Transport la cuál declara un método llamado deliver. Cada clase implementa este método de manera diferente. Los cambios entregan su carga por tierra, los barcos entregan su carga por mar. El método de fábrica en la clase RoadLogistics retorna objetos de tipo camión, mientras que el método de fábrica en la clase SeaLogistics retorna objetos de tipo barco.


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El código que utiliza el método de fábrica (A veces llamado código cliente) No puede ver la diferencia entre los productos que son retornados por diferentes subclases. El cliente trata todos los productos como un Transport abstracto. El cliente sabe que se supone que todos los objetos tipo Transport deben tener un método deliver. Pero exactamente cómo lo implementa no es algo que deba importar al cliente.

Aplicabilidad

El método factory separa el código que construye los productos del código que los utiliza. Por ende es más fácil extender el código de la construcción de los productos de manera aislada al resto del código.
Por ejemplo, para agregar un nuevo tipo de producto a la aplicación únicamente necesitas crear una subclase de la clase creador (En el ejemplo de arriba Logistics) y sobre escribir el método de fábrica.
La herencia es probablemente una de las formas más sencillas de sobre escribir los comportamientos por defecto que tiene una librería.

Pros

Contras

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Ejemplo del método factory en php: https://refactoring.guru/design-patterns/factory-method/php/example
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2020.05.02 03:12 him_x Patrones de Diseño: Método Factory

La intención

El método factory o fábrica en español es un patrón creacional que provee una interfaz para crear objetos en una super clase, pero permite que a la sub clase alterar el tipo de objeto que será creado.

El problema

Imagina que estás creando una aplicación para administración de logística. La primera versión de tu aplicación únicamente soporta el transporte por camiones así que la mayor parte de código vive en la clase Truck (Camión).

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Luego de un tiempo, tu aplicación se vuelve muy popular. Todos los días recibes docenas de peticiones de compañías de transporte marítimo para que incorpores la logística marítima en tu aplicación.

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Son muy buenas noticias ¿No? ¿Pero qué pasas con el código? En el presente la mayor parte del código está acoplado a la clase Truck. Agregando la clase Ship (Barco) vas a requerir hacer cambios en toda la base de tu código. Además de eso, si más adelante quieres añadir otro tipo de transporte a la aplicación es probable que debas hacer todos estos cambios de nuevo.

Como resultado vas a terminar teniendo un código bastante sucio. Lidiando con condicionales por toda la aplicación para que esta tenga el comportamiento adecuado dependiendo del tipo de transporte que esté manejando el programa.

La solución

El patrón Factory sugiere que remplaces la construcción directa de objetos (Usando la palabra reservada new) con un método especial de fábrica. No hay de qué preocuparse, los objetos aún son creados usando la palabra reservada new, pero el objeto se está creando dentro del método fábrica. Los objetos retornados por el método de fabrica usualmente son llamados productos.


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A primera vista este cambio parece ser inútil: Sólo parece que se ha movido el constructor de una parte del código a otra. Sin embargo considera lo siguiente: ahora puedes sobre escribir el método de fábrica en una sub clase y cambiar el tipo de clase que va a ser creado.
Aún así hay una pequeña limitación: Las subclases pueden retornar diferentes tipos de productos sólo si estos productos tienen en común su clase base o una interfaz. Además, el método de fábrica en la clase base debe tener su tipo de retorno declarado como en la siguiente interfaz.


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Por ejemplo, ambas clases Truck y Ship deben implementar la interfaz Transport la cuál declara un método llamado deliver. Cada clase implementa este método de manera diferente. Los cambios entregan su carga por tierra, los barcos entregan su carga por mar. El método de fábrica en la clase RoadLogistics retorna objetos de tipo camión, mientras que el método de fábrica en la clase SeaLogistics retorna objetos de tipo barco.


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El código que utiliza el método de fábrica (A veces llamado código cliente) No puede ver la diferencia entre los productos que son retornados por diferentes subclases. El cliente trata todos los productos como un Transport abstracto. El cliente sabe que se supone que todos los objetos tipo Transport deben tener un método deliver. Pero exactamente cómo lo implementa no es algo que deba importar al cliente.

Aplicabilidad

El método factory separa el código que construye los productos del código que los utiliza. Por ende es más fácil extender el código de la construcción de los productos de manera aislada al resto del código.
Por ejemplo, para agregar un nuevo tipo de producto a la aplicación únicamente necesitas crear una subclase de la clase creador (En el ejemplo de arriba Logistics) y sobre escribir el método de fábrica.
La herencia es probablemente una de las formas más sencillas de sobre escribir los comportamientos por defecto que tiene una librería.

Pros

Contras

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Tomado de: https://refactoring.guru/design-patterns/factory-method
Ejemplo del método factory en php: https://refactoring.guru/design-patterns/factory-method/php/example
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2020.05.02 03:12 him_x Patrones de Diseño: Método Factory

La intención

El método factory o fábrica en español es un patrón creacional que provee una interfaz para crear objetos en una super clase, pero permite que a la sub clase alterar el tipo de objeto que será creado.

El problema

Imagina que estás creando una aplicación para administración de logística. La primera versión de tu aplicación únicamente soporta el transporte por camiones así que la mayor parte de código vive en la clase Truck (Camión).

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Luego de un tiempo, tu aplicación se vuelve muy popular. Todos los días recibes docenas de peticiones de compañías de transporte marítimo para que incorpores la logística marítima en tu aplicación.

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Son muy buenas noticias ¿No? ¿Pero qué pasas con el código? En el presente la mayor parte del código está acoplado a la clase Truck. Agregando la clase Ship (Barco) vas a requerir hacer cambios en toda la base de tu código. Además de eso, si más adelante quieres añadir otro tipo de transporte a la aplicación es probable que debas hacer todos estos cambios de nuevo.

Como resultado vas a terminar teniendo un código bastante sucio. Lidiando con condicionales por toda la aplicación para que esta tenga el comportamiento adecuado dependiendo del tipo de transporte que esté manejando el programa.

La solución

El patrón Factory sugiere que remplaces la construcción directa de objetos (Usando la palabra reservada new) con un método especial de fábrica. No hay de qué preocuparse, los objetos aún son creados usando la palabra reservada new, pero el objeto se está creando dentro del método fábrica. Los objetos retornados por el método de fabrica usualmente son llamados productos.


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A primera vista este cambio parece ser inútil: Sólo parece que se ha movido el constructor de una parte del código a otra. Sin embargo considera lo siguiente: ahora puedes sobre escribir el método de fábrica en una sub clase y cambiar el tipo de clase que va a ser creado.
Aún así hay una pequeña limitación: Las subclases pueden retornar diferentes tipos de productos sólo si estos productos tienen en común su clase base o una interfaz. Además, el método de fábrica en la clase base debe tener su tipo de retorno declarado como en la siguiente interfaz.


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Por ejemplo, ambas clases Truck y Ship deben implementar la interfaz Transport la cuál declara un método llamado deliver. Cada clase implementa este método de manera diferente. Los cambios entregan su carga por tierra, los barcos entregan su carga por mar. El método de fábrica en la clase RoadLogistics retorna objetos de tipo camión, mientras que el método de fábrica en la clase SeaLogistics retorna objetos de tipo barco.


Processing img b6dsnumjs8w41...
El código que utiliza el método de fábrica (A veces llamado código cliente) No puede ver la diferencia entre los productos que son retornados por diferentes subclases. El cliente trata todos los productos como un Transport abstracto. El cliente sabe que se supone que todos los objetos tipo Transport deben tener un método deliver. Pero exactamente cómo lo implementa no es algo que deba importar al cliente.

Aplicabilidad

El método factory separa el código que construye los productos del código que los utiliza. Por ende es más fácil extender el código de la construcción de los productos de manera aislada al resto del código.
Por ejemplo, para agregar un nuevo tipo de producto a la aplicación únicamente necesitas crear una subclase de la clase creador (En el ejemplo de arriba Logistics) y sobre escribir el método de fábrica.
La herencia es probablemente una de las formas más sencillas de sobre escribir los comportamientos por defecto que tiene una librería.

Pros

Contras

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Tomado de: https://refactoring.guru/design-patterns/factory-method
Ejemplo del método factory en php: https://refactoring.guru/design-patterns/factory-method/php/example
submitted by him_x to programacion [link] [comments]


2020.05.02 03:11 him_x Patrones de Diseño: Método Factory

La intención

El método factory o fábrica en español es un patrón creacional que provee una interfaz para crear objetos en una super clase, pero permite que a la sub clase alterar el tipo de objeto que será creado.

El problema

Imagina que estás creando una aplicación para administración de logística. La primera versión de tu aplicación únicamente soporta el transporte por camiones así que la mayor parte de código vive en la clase Truck (Camión).

Processing gif 8chhfhz5m8w41...

Luego de un tiempo, tu aplicación se vuelve muy popular. Todos los días recibes docenas de peticiones de compañías de transporte marítimo para que incorpores la logística marítima en tu aplicación.

Processing gif 45um0uoam8w41...
Son muy buenas noticias ¿No? ¿Pero qué pasas con el código? En el presente la mayor parte del código está acoplado a la clase Truck. Agregando la clase Ship (Barco) vas a requerir hacer cambios en toda la base de tu código. Además de eso, si más adelante quieres añadir otro tipo de transporte a la aplicación es probable que debas hacer todos estos cambios de nuevo.

Como resultado vas a terminar teniendo un código bastante sucio. Lidiando con condicionales por toda la aplicación para que esta tenga el comportamiento adecuado dependiendo del tipo de transporte que esté manejando el programa.

La solución

El patrón Factory sugiere que remplaces la construcción directa de objetos (Usando la palabra reservada new) con un método especial de fábrica. No hay de qué preocuparse, los objetos aún son creados usando la palabra reservada new, pero el objeto se está creando dentro del método fábrica. Los objetos retornados por el método de fabrica usualmente son llamados productos.


Processing img 0rywm8hsp8w41...
A primera vista este cambio parece ser inútil: Sólo parece que se ha movido el constructor de una parte del código a otra. Sin embargo considera lo siguiente: ahora puedes sobre escribir el método de fábrica en una sub clase y cambiar el tipo de clase que va a ser creado.
Aún así hay una pequeña limitación: Las subclases pueden retornar diferentes tipos de productos sólo si estos productos tienen en común su clase base o una interfaz. Además, el método de fábrica en la clase base debe tener su tipo de retorno declarado como en la siguiente interfaz.


Processing img sl8kedslr8w41...
Por ejemplo, ambas clases Truck y Ship deben implementar la interfaz Transport la cuál declara un método llamado deliver. Cada clase implementa este método de manera diferente. Los cambios entregan su carga por tierra, los barcos entregan su carga por mar. El método de fábrica en la clase RoadLogistics retorna objetos de tipo camión, mientras que el método de fábrica en la clase SeaLogistics retorna objetos de tipo barco.


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El código que utiliza el método de fábrica (A veces llamado código cliente) No puede ver la diferencia entre los productos que son retornados por diferentes subclases. El cliente trata todos los productos como un Transport abstracto. El cliente sabe que se supone que todos los objetos tipo Transport deben tener un método deliver. Pero exactamente cómo lo implementa no es algo que deba importar al cliente.

Aplicabilidad

El método factory separa el código que construye los productos del código que los utiliza. Por ende es más fácil extender el código de la construcción de los productos de manera aislada al resto del código.
Por ejemplo, para agregar un nuevo tipo de producto a la aplicación únicamente necesitas crear una subclase de la clase creador (En el ejemplo de arriba Logistics) y sobre escribir el método de fábrica.
La herencia es probablemente una de las formas más sencillas de sobre escribir los comportamientos por defecto que tiene una librería.

Pros

Contras

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2020.05.02 03:11 him_x Patrones de Diseño: Método Factory

La intención

El método factory o fábrica en español es un patrón creacional que provee una interfaz para crear objetos en una super clase, pero permite que a la sub clase alterar el tipo de objeto que será creado.

El problema

Imagina que estás creando una aplicación para administración de logística. La primera versión de tu aplicación únicamente soporta el transporte por camiones así que la mayor parte de código vive en la clase Truck (Camión).

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Luego de un tiempo, tu aplicación se vuelve muy popular. Todos los días recibes docenas de peticiones de compañías de transporte marítimo para que incorpores la logística marítima en tu aplicación.

Processing gif 45um0uoam8w41...
Son muy buenas noticias ¿No? ¿Pero qué pasas con el código? En el presente la mayor parte del código está acoplado a la clase Truck. Agregando la clase Ship (Barco) vas a requerir hacer cambios en toda la base de tu código. Además de eso, si más adelante quieres añadir otro tipo de transporte a la aplicación es probable que debas hacer todos estos cambios de nuevo.

Como resultado vas a terminar teniendo un código bastante sucio. Lidiando con condicionales por toda la aplicación para que esta tenga el comportamiento adecuado dependiendo del tipo de transporte que esté manejando el programa.

La solución

El patrón Factory sugiere que remplaces la construcción directa de objetos (Usando la palabra reservada new) con un método especial de fábrica. No hay de qué preocuparse, los objetos aún son creados usando la palabra reservada new, pero el objeto se está creando dentro del método fábrica. Los objetos retornados por el método de fabrica usualmente son llamados productos.


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A primera vista este cambio parece ser inútil: Sólo parece que se ha movido el constructor de una parte del código a otra. Sin embargo considera lo siguiente: ahora puedes sobre escribir el método de fábrica en una sub clase y cambiar el tipo de clase que va a ser creado.
Aún así hay una pequeña limitación: Las subclases pueden retornar diferentes tipos de productos sólo si estos productos tienen en común su clase base o una interfaz. Además, el método de fábrica en la clase base debe tener su tipo de retorno declarado como en la siguiente interfaz.


Processing img sl8kedslr8w41...
Por ejemplo, ambas clases Truck y Ship deben implementar la interfaz Transport la cuál declara un método llamado deliver. Cada clase implementa este método de manera diferente. Los cambios entregan su carga por tierra, los barcos entregan su carga por mar. El método de fábrica en la clase RoadLogistics retorna objetos de tipo camión, mientras que el método de fábrica en la clase SeaLogistics retorna objetos de tipo barco.


Processing img b6dsnumjs8w41...
El código que utiliza el método de fábrica (A veces llamado código cliente) No puede ver la diferencia entre los productos que son retornados por diferentes subclases. El cliente trata todos los productos como un Transport abstracto. El cliente sabe que se supone que todos los objetos tipo Transport deben tener un método deliver. Pero exactamente cómo lo implementa no es algo que deba importar al cliente.

Aplicabilidad

El método factory separa el código que construye los productos del código que los utiliza. Por ende es más fácil extender el código de la construcción de los productos de manera aislada al resto del código.
Por ejemplo, para agregar un nuevo tipo de producto a la aplicación únicamente necesitas crear una subclase de la clase creador (En el ejemplo de arriba Logistics) y sobre escribir el método de fábrica.
La herencia es probablemente una de las formas más sencillas de sobre escribir los comportamientos por defecto que tiene una librería.

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El método factory o fábrica en español es un patrón creacional que provee una interfaz para crear objetos en una super clase, pero permite que a la sub clase alterar el tipo de objeto que será creado.

El problema

Imagina que estás creando una aplicación para administración de logística. La primera versión de tu aplicación únicamente soporta el transporte por camiones así que la mayor parte de código vive en la clase Truck (Camión).

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Luego de un tiempo, tu aplicación se vuelve muy popular. Todos los días recibes docenas de peticiones de compañías de transporte marítimo para que incorpores la logística marítima en tu aplicación.

Processing gif 45um0uoam8w41...
Son muy buenas noticias ¿No? ¿Pero qué pasas con el código? En el presente la mayor parte del código está acoplado a la clase Truck. Agregando la clase Ship (Barco) vas a requerir hacer cambios en toda la base de tu código. Además de eso, si más adelante quieres añadir otro tipo de transporte a la aplicación es probable que debas hacer todos estos cambios de nuevo.

Como resultado vas a terminar teniendo un código bastante sucio. Lidiando con condicionales por toda la aplicación para que esta tenga el comportamiento adecuado dependiendo del tipo de transporte que esté manejando el programa.

La solución

El patrón Factory sugiere que remplaces la construcción directa de objetos (Usando la palabra reservada new) con un método especial de fábrica. No hay de qué preocuparse, los objetos aún son creados usando la palabra reservada new, pero el objeto se está creando dentro del método fábrica. Los objetos retornados por el método de fabrica usualmente son llamados productos.


Processing img 0rywm8hsp8w41...
A primera vista este cambio parece ser inútil: Sólo parece que se ha movido el constructor de una parte del código a otra. Sin embargo considera lo siguiente: ahora puedes sobre escribir el método de fábrica en una sub clase y cambiar el tipo de clase que va a ser creado.
Aún así hay una pequeña limitación: Las subclases pueden retornar diferentes tipos de productos sólo si estos productos tienen en común su clase base o una interfaz. Además, el método de fábrica en la clase base debe tener su tipo de retorno declarado como en la siguiente interfaz.


Processing img sl8kedslr8w41...
Por ejemplo, ambas clases Truck y Ship deben implementar la interfaz Transport la cuál declara un método llamado deliver. Cada clase implementa este método de manera diferente. Los cambios entregan su carga por tierra, los barcos entregan su carga por mar. El método de fábrica en la clase RoadLogistics retorna objetos de tipo camión, mientras que el método de fábrica en la clase SeaLogistics retorna objetos de tipo barco.


Processing img b6dsnumjs8w41...
El código que utiliza el método de fábrica (A veces llamado código cliente) No puede ver la diferencia entre los productos que son retornados por diferentes subclases. El cliente trata todos los productos como un Transport abstracto. El cliente sabe que se supone que todos los objetos tipo Transport deben tener un método deliver. Pero exactamente cómo lo implementa no es algo que deba importar al cliente.

Aplicabilidad

El método factory separa el código que construye los productos del código que los utiliza. Por ende es más fácil extender el código de la construcción de los productos de manera aislada al resto del código.
Por ejemplo, para agregar un nuevo tipo de producto a la aplicación únicamente necesitas crear una subclase de la clase creador (En el ejemplo de arriba Logistics) y sobre escribir el método de fábrica.
La herencia es probablemente una de las formas más sencillas de sobre escribir los comportamientos por defecto que tiene una librería.

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El método factory o fábrica en español es un patrón creacional que provee una interfaz para crear objetos en una super clase, pero permite que a la sub clase alterar el tipo de objeto que será creado.

El problema

Imagina que estás creando una aplicación para administración de logística. La primera versión de tu aplicación únicamente soporta el transporte por camiones así que la mayor parte de código vive en la clase Truck (Camión).

Processing gif 8chhfhz5m8w41...

Luego de un tiempo, tu aplicación se vuelve muy popular. Todos los días recibes docenas de peticiones de compañías de transporte marítimo para que incorpores la logística marítima en tu aplicación.

Processing gif 45um0uoam8w41...
Son muy buenas noticias ¿No? ¿Pero qué pasas con el código? En el presente la mayor parte del código está acoplado a la clase Truck. Agregando la clase Ship (Barco) vas a requerir hacer cambios en toda la base de tu código. Además de eso, si más adelante quieres añadir otro tipo de transporte a la aplicación es probable que debas hacer todos estos cambios de nuevo.

Como resultado vas a terminar teniendo un código bastante sucio. Lidiando con condicionales por toda la aplicación para que esta tenga el comportamiento adecuado dependiendo del tipo de transporte que esté manejando el programa.

La solución

El patrón Factory sugiere que remplaces la construcción directa de objetos (Usando la palabra reservada new) con un método especial de fábrica. No hay de qué preocuparse, los objetos aún son creados usando la palabra reservada new, pero el objeto se está creando dentro del método fábrica. Los objetos retornados por el método de fabrica usualmente son llamados productos.


Processing img 0rywm8hsp8w41...
A primera vista este cambio parece ser inútil: Sólo parece que se ha movido el constructor de una parte del código a otra. Sin embargo considera lo siguiente: ahora puedes sobre escribir el método de fábrica en una sub clase y cambiar el tipo de clase que va a ser creado.
Aún así hay una pequeña limitación: Las subclases pueden retornar diferentes tipos de productos sólo si estos productos tienen en común su clase base o una interfaz. Además, el método de fábrica en la clase base debe tener su tipo de retorno declarado como en la siguiente interfaz.


Processing img sl8kedslr8w41...
Por ejemplo, ambas clases Truck y Ship deben implementar la interfaz Transport la cuál declara un método llamado deliver. Cada clase implementa este método de manera diferente. Los cambios entregan su carga por tierra, los barcos entregan su carga por mar. El método de fábrica en la clase RoadLogistics retorna objetos de tipo camión, mientras que el método de fábrica en la clase SeaLogistics retorna objetos de tipo barco.


Processing img b6dsnumjs8w41...
El código que utiliza el método de fábrica (A veces llamado código cliente) No puede ver la diferencia entre los productos que son retornados por diferentes subclases. El cliente trata todos los productos como un Transport abstracto. El cliente sabe que se supone que todos los objetos tipo Transport deben tener un método deliver. Pero exactamente cómo lo implementa no es algo que deba importar al cliente.

Aplicabilidad

El método factory separa el código que construye los productos del código que los utiliza. Por ende es más fácil extender el código de la construcción de los productos de manera aislada al resto del código.
Por ejemplo, para agregar un nuevo tipo de producto a la aplicación únicamente necesitas crear una subclase de la clase creador (En el ejemplo de arriba Logistics) y sobre escribir el método de fábrica.
La herencia es probablemente una de las formas más sencillas de sobre escribir los comportamientos por defecto que tiene una librería.

Pros

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Ejemplo del método factory en php: https://refactoring.guru/design-patterns/factory-method/php/example
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2020.04.27 10:50 l19ar (Serio) trabajos durante la cuarentena

Tengo un pariente muy cercano que se quedó sin trabajo temporalmente y me dijo que está pensando comprar cosas de Mary Kay y revenderlas.
Mary Kay es un MLM.
Asi que acá estoy sin poder dormir pensando qué alternativas sugerirle.
Siempre pensé que las cosas que todos necesitamos en épocas de crisis son: comida, medicamentos, ropa, techo, y tal vez transporte. No cremas.
Por ahora lo único que se me ocurrió:
Alguno tiene más ideas? Soy todo oídos.
Le dije que aprenda a programar y no hubo caso.
Pd: Te odio, covid-19.
submitted by l19ar to argentina [link] [comments]


2020.04.06 17:27 yd2k Recuperação econômica pós-covid? [viagem mode on]

Pessoal, buenas.
Estive pensando muito nos últimos dias sobre como vai ser depois que passar a onda covid.
Sei que estamos quebrados como país e a coisa vai ser feia num nível que não dá pra prever, mas a ideia considero que seja viável, embora seja uma viagem da minha parte.
É como o sonho antigo do Barão de Mauá e toda a ideia está baseada em trilhos e em uma expansão ferroviária enorme para cobertura nacional, usando em grande parte financiamento coletivo. A ideia ainda está muito rasa, mas pretendo aprofundar mais com o tempo. O uso seria tanto de carga quanto de transporte de passageiros.
por partes:
1) a parte da economia e os fundos proprietários.
2) o fundo soberano
3) a parte de infra e a RFF
4) considerações
---
ECONOMIA
No que toca a economia, o objetivo seria estimular o capital privado a entrar massivamente na jogada. Seriam criados os Fundos Ferroviários, em moldes parecidos com fundos imobiliários (fii). As regras do fundo seriam bem parecidas, com isenção de imposto de renda e pagamento de 90% dos proventos obrigatoriamente. 5% retorna ao fundo e 5% iria para um fundo soberano cujo papel explicarei depois.
Para ter um alcance maior, imagino que o fundo deva ser negociado na bolsa, mas as cotas podem ser negociadas na bolsa ou podem ser adquiridas como um título de propriedade, para atrair pessoas que não se sentem confortáveis com bolsa de valores. Os títulos de propriedade deveriam ser registrados com um vínculo a uma instituição financeira para que os proventos possam ser depositados.
Os fundos são os donos das estações, que deveriam ser construídas nos moldes das grandes estações japonesas, praticamente shopping centers. Os proventos dos fundos vem de um percentual bem pequeno das vendas de bilhetes e dos alugueis/vendas das lojas.
Os fundos devem ter liberdade para construir como quiserem, usando o fornecedor que quiserem. As estações apenas deverão atender ao regulamento básico, como tamanho de plataforma, banheiros públicos, etc.
Os fundos também poderiam ser donos de trens, mas ainda não pensei bem em como tratar isto. Na minha ideia original os trens devem ser todos privados com algumas exceções que explicarei.
O fundo é responsável por toda a infra e manutenção da estação da qual é dono, bem como de 50% do trajeto até a próxima estação e a estação anterior. Como exemplo, caso a estação A seja terminal e a B fique a 200km da estação A e a 80km da estação C, a estação B seria responsável pelos 100km anteriores e os 40km posteriores à estação. As estações terminais são responsáveis por toda infraestrutura de trilhos para trens estacionados, já que normalmente são necessários vários entroncamentos e áreas de "manobra".
Os gestores do fundo seriam funcionários do fundo e o administrador dos fundos é a RFF, que seria reativada como empresa privada que operaria em moldes parecidos com a ONS. Explicarei mais sobre em infra.
---
O FUNDO SOBERANO
Este seria usado como o FMI dos fundos. Caso haja algum problema crítico em um trecho ou alguma estação que inviabilize o uso da rota e o fundo proprietário não possua caixa para resolver, utilizaria o fundo soberano e pagaria depois em condições a serem estabelecidas.
Seria este também o fundo responsável pelos custos da RFF, com alguma regra de forma que os custos da RFF não podem exceder x% da arrecadação do fundo. O fundo precisa sempre arrecadar mais do que gasta. Para isto, o percentual de 5% pode ser revisto, mas uma vez determinado, este percentual não pode ficar sofrendo ajuste. Se o fundo gasta mais do que arrecada, tem que reduzir os custos.
O fundo seria o único responsável pela manutenção dos trechos de extensão para logística de defesa, dos trechos de extensão para os depósitos, bem como pela manutenção dos trens e/ou vagões "especiais", que explicarei em infra.
O fundo também seria responsável pela manutenção básica dos depósitos, cujo custo seria rateado pelo proprietário dos trens que os utilizam.
---
INFRA e RFF
A reativação da RFF (ou qualquer outro nome) como empresa privada é o principal ponto, pois é esta empresa que deve determinar os padrões e regulamentos para o pontapé inicial. Determinar critérios técnicos como bitolas, rotas determinantes para abastecimento, logística militar para atender as necessidades do ministério de defesa, etc.
Determinaria os tamanhos de plataformas, tamanhos de trens, capacidade de vagões, etc.
Tudo isto nos moldes de regulamento e não lei, podendo ser revisto e modificado posteriormente sem uma burocracia monstruosa para mudar legislação.
A empresa deveria ser criada inicialmente como pública, mas com data de validade para que seja entregue aos fundos e os funcionários seriam todos em regime CLT, mas a contratação deveria ser por um concurso técnico de cada área (engenharia, administração, legislação, governança, etc) a ser elaborado pelo ministério de infra. Inicialmente os custos da RFF seriam públicos, pagos pelo ministério, até um ponto a ser decidido, momento em que passaria a ser alimentada pelos fundos, proporcionalmente.
A RFF também seria responsável por controlar as prioridades de passagens e entroncamentos como um operador de tráfego ferroviário, cujas decisões seriam tomadas com base em emergências, demandas, outros critérios a ser definido. Isto que eu quis dizer com algo parecido com os moldes da ONS.
Idealmente a infra principal deveria ter capacidade de utilização de trens rápidos (não necessariamente um shinkansen rodando a 600km/h, mas algo que permita pessoas trafegarem grandes distâncias em pouco tempo, favorecendo a descentralização. A mesma infra deveria ter capacidade de carga para abastecimento e transporte a portos, fábricas, mineradoras, etc. A viabilidade de ser tanto uma infra de alta velocidade quanto uma infra de carga precisa ser melhor analisada, não tenho conhecimento técnico para avaliar neste momento nem se é possível.
Idealmente as empresas que possuírem trens de carga utilizando a rota, devem pagar alguma taxa pequena para contribuir com a manutenção da mesma.
A malha principal deve ser administrada pela RFF. Malhas secundárias para atendimento aos estados e municípios não devem ser diretamente conectadas à malha principal e a administração dos mesmos seria de responsabilidade dos estados e municípios.
A RFF seria também responsável por determinar onde ficarão os depósitos/oficinas dos trens que não estão em condições de circulação e/ou não estão circulando por falta de demanda ou manutenção preventiva. A determinação de indicar para qual depósito um trem deve ser direcionado também seria responsabilidade da RFF, analisando as demandas localizadas.
Inevitavelmente a RFF seria responsável por determinar desapropriações em casos de necessidade.
Sobre os trens/vagões "especiais", é mais uma divagação minha com esta crise de saúde que estamos iniciando. Poderíamos ter trens hospitais que poderiam ser utilizados pontualmente em surtos localizados. Na índia e em alguns outros lugares do mundo eles possuem estes trens, que são hospitais quase completos, com enfermaria, ala cirúrgica, etc.
---
CONSIDERAÇÕES
Com isto, entendo que:
- atrairemos capital privado massivo para expansão, sendo capital tanto nacional quanto estrangeiro;
- podemos ter isto realizado de forma extremamente acelerada com várias frentes sendo feitas ao mesmo tempo.
- fomentaremos o comércio de muitos lugares com as construções;
- fortaleceremos a indústria nacional com a produção massiva de matéria prima básica (concreto, aço, ferro, etc);
- reduziremos custos de transporte tanto de pessoas quanto de mercadorias no futuro;
- criaremos possivelmente centenas de milhares de empregos em curto espaço de tempo, empregos que serão em boa parte mantidos;
- pequenas cidades tenderão a crescer mais e prosperar, aumentando os empregos.
- criaremos condições para que as pessoas não se aglomerem tanto em grandes centros, reduzindo a violência urbana;
- criaremos condições de respostas mais rápidas a catástrofes;
- podemos estimular os estados e municípios a criarem versões menores deste modelo;
enfim, pensei nisto. ideias? sugestões? correções? tá tudo errado? manda ver.
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